A melhor parábola para começar este post não poderia ser outra se não aquela da caneta da Nasa. Lembram? É assim: à época daquela corrida insana para ver quem colocaria o primeiro homem no espaço, os americanos depararam-se com um problemão: canetas esferográficas não funcionam em ambientes de gravidade zero. Gastaram milhões para gerar uma solução que desse conta deste problema, envolvendo duas ou três grandes universidades e os melhores cérebros de então.
Os cosmonautas russos, que efetivamente chegaram primeiro, levaram um lápis.
Época fala de trânsito em São Paulo, aponta soluções, mas se esquece do home-office
A melhor parábola para começar este post não poderia ser outra se não aquela da caneta da Nasa. Lembram? É assim: à época daquela corrida insana para ver quem colocaria o primeiro homem no espaço, os americanos depararam-se com um problemão: canetas esferográficas não funcionam em ambientes de gravidade zero. Gastaram milhões para gerar uma solução que desse conta deste problema, envolvendo duas ou três grandes universidades e os melhores cérebros de então.
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